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Metalúrgicos da Renault mantêm greve por tempo indeterminado

Diante da postura da Renault em manter as 747 demissões, os trabalhadores da empresa decidiram nesta tarde (27) continuar com a greve iniciada no dia 21 de julho.

O encaminhamento foi aprovado em assembleia liderada pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) na rotatória próxima a entrada principal da montadora situada em São José dos Pinhais. Clique aqui e confira a transmissão.

Com a continuidade da mobilização os trabalhadores retornam à porta de fabrica  amanhã(28), às 14h, para nova assembleia.

Os trabalhadores também decidiram que todos os dias serão realizadas assembleias explicativas ou deliberativas caso a empresa apresente uma nova proposta a ser discutida.

Enquanto não houver avanço nas negociações a greve continuará por tempo indeterminado.

O presidente do SMC, Sérgio Butka, foi enfático em cima do caminhão de som, “enquanto a empresa não rever as 747 demissões não teremos condições de avançar na pauta proposta pela empresa para competividade da planta”. Butka alertou ainda para os incentivos fiscais que a montadora recebe do governo do estado. "São mais de 50 empresas que recebem esse incentivo. São mais de R$12 bilhões por ano e isso faz a diferença. O governo e a população estão ajudando essa empresa a se fortalecer no estado. E nós queremos como contrapartida a manutenção dos empregos na Renault".

Além do Sindicato, lideranças políticas também questionaram o governo sobre os incentivos, a exemplo do Deputado Estadual, Luiz Cláudio Romanelli (PSB) e Requião Filho (MDB). 

Clique aqui e confira o apoio de políticos e lideranças sindicais de todo o país na luta dos metalúrgicos da Renault em defesa dos empregos.

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