Portal SMCCARD | Acesse aqui

Notícias

Imagem

PISO REGIONAL DO PARANÁ TEM REAJUSTE DE 6% E CONTINUA COMO O MAIOR DO PAÍS

Valores do novo piso variam entre R$ 1.467,40 e R$ 1.696,20

O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda do Paraná, fechou nesta terça-feira (12), com a Força, demais Centrais Sindicais, Dieese e o patronato, os valores do novo Piso Regional do estado. A regra para o reajuste foi negociada no ano passado e determina que o aumento seria feito pelo índice do salário mínimo de 2021 (5,26%) mais o acréscimo de aumento real de 50% do valor do PIB de 2019 (1,10%). Como o IBGE revisou, em dezembro último, o PIB de 2019, de 1,10% para 1,40%, acabou gerando um impasse, mas as Centrais bateram o pé e conseguiram manter a garantir a aplicação do percentual de 0,70% (50% de 1,40%), fazendo com que o reajuste total do Piso ficasse em 6%.

Dessa forma, os valores do Piso Regional do Paraná ficaram entre R$ 1.467,40 e R$ 1.696,20 (confira os valores detalhados abaixo) e continua como o maior do Brasil sendo 33,4% à 55,42% superiores ao salário mínimo nacional (R$1.100).

“O Piso Regional é uma conquista histórica dos trabalhadores do Paraná sendo uma referência para as negociações sindicais e também para aquelas categorias que não possuem negociação coletiva. Com muito esforço e negociação junto ao governo e ao empresariado temos conseguindo manter o Piso como o maior do país, o que traz benefícios para o estado, já que com mais dinheiro no bolso, o trabalhador consome mais e faz a roda da economia girar”, diz o presidente da Força Paraná, Sérgio Butka.

Maior do Brasil
Desde que foi instituído em 2005, pelo governador Roberto Requião, devido à luta das Centrais, o piso regional do estado sempre tem se mantido entre os maiores do país. O reajuste é sempre definido entre uma comissão tripartite formada pelas Centrais Sindicais, governo e patronal, com o apoio do Dieese. Quem representeou a Força nas negociações foi o diretor Paulo Pissinini.

Divido em quatro faixas salariais o Piso Regional do Paraná fica da seguinte forma:
Grupo I – trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca: R$ R$ 1.467,40

Grupo II – trabalhadores do setor de serviços administrativos, serviços gerais, de reparação e manutenção, vendedores do comércio em lojas e mercados, e também trabalhadores domésticos: R$ 1.524,60

Grupo III – trabalhadores na produção de bens e serviços industriais: R$ 1.577,40

Grupo IV - categoria de técnicos de nível médio: R$ 1.696,20

Comente esta notícia

Desenvolvido por Agência Confraria