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NO MÊS DA MULHER, DEPARTAMENTO DA MULHER METALÚRGICA LANÇA SERVIÇO DE APOIOS PSICOLÓGICO E JURÍDICO PARA CASOS DE ASSÉDIO SEXUAL NO TRABALHO

O serviço também conta com um canal online de denúncias contra esses abusos

O Projeto “Assédio Sexual: Tolerância Zero”, uma iniciativa do Departamento da Mulher Metalúrgica do SMC, oferece assistências psicológica e jurídica gratuitas para as vítimas de Assédio Sexual no ambiente de trabalho. Este é um serviço oferecido para todas as metalúrgicas, além de esposas e filhas de sócios metalúrgicos. Não é por acaso, portanto, que a data escolhida para o seu lançamento é especial: 8 de março, Dia Internacional da Mulher.

Além das assistências psicológica e jurídica, o Projeto “Assédio Sexual: Tolerância Zero” oferece um canal de denúncias online totalmente seguro e reservado para que esses abusos no ambiente de trabalho sejam denunciados. 

Para denunciar, basta acessar www.simec.com.br/assediosexual

De acordo com o presidente do SMC, Sérgio Butka, a luta contra o assédio sexual no ambiente de trabalho é uma luta que deve se manter firme e constante e por isso esse projeto se mostra tão importante e especial neste momento:

“Estamos iniciando esse projeto especial no mês das mulheres, mas é muito importante deixar claro pra todas as metalúrgicas que a nossa luta contra o assédio sexual dentro das fábricas é permanente! É nosso compromisso promover um ambiente livre de riscos para todos e é isso que estamos buscando aqui. Por isso vamos em frente nessa luta contra essas práticas tão absurdas! Assédio Sexual: Tolerância Zero!”, destaca Butka.

Mais de 50% já sofreram assédio sexual no ambiente de trabalho

Segundo a Organização Internacional do Trabalho, mais de 50% das mulheres brasileiras já sofreram algum tipo de assédio sexual no ambiente de trabalho. 

Para o Dr. Wilmar Alvino Jr., advogado do corpo jurídico do SMC, esses números só reforçam que esse tipo de violência está cada vez mais comum e por isso, deve ser combatido com ainda mais rigor.

Segundo o advogado, é essencial neste momento a mulher saber que não está sozinha e que ela vai encontrar no Sindicato o amparo psicológico e jurídico que ela precisa. 

“Em relação à Justiça, cada dia mais estamos tendo decisões que buscam não só reconfortar as vítimas, mas também evitar que novos abusos ocorram naquele ambiente e também que o agressor seja punido. Neste sentido são vários os tipos de ações judiciais que podem ser tomadas e, por isso, é essencial procurar essa assistência dos advogados”, explica Wilmar.

De acordo com a Dra. Jussara Vargas, psicóloga do Sindicato, procurar ajuda psicológica vai ser um ponto chave para que a mulher volte a ter uma vida normal e retorne tranquila ao ambiente de trabalho. 

“As consequências de um assédio para a vítima podem ir de leves a muito graves. É imprescindível o acompanhamento psicoterápico, pois é através dele que esses traumas serão curados e ela vai se sentir livre novamente para voltar a ter uma vida normal”, finaliza a doutora.

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