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Metalúrgicos da Renault reprovam pacote que inclui 800 demissões e dão prazo de 72h para empresa voltar a negociar com Sindicato

Na tarde desta sexta-feira(17) a maioria dos metalúrgicos da Renault, em São José dos Pinhais, reprovou a proposta da empresa que engloba Plano de Demissão Voluntária (PDV), Plano de Demissão Involuntária (PDI), Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e data-base (Veja clicando AQUI)

A negativa foi sinalizada em assembleia liderada pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba(SMC) na porta de fabrica e transmitida na Live SMC (veja abaixo).

Agora a montadora tem 72h, contando os dia úteis, para voltar a negociar e apresentar uma proposta que seja de consenso com o Sindicato.

Caso contrário, os trabalhadores poderão entrar em greve a partir da próxima quarta-feira(22).

Antes da votação, o SMC informou todos os detalhes para os trabalhadores através das mídias online e também na assembleia de hoje com todos os cuidados de distanciamento.

A proposta tem como variável principal os reflexos da pandemia da Covid-19 no volume de produção e apresenta pontos preocupantes, a exemplo das "800 adesões necessárias ao PDV", conforme comunicado da Renault. 

Para o presidente do SMC, Sérgio Butka, “essa proposta é ruim para trabalhadores que saem e ruim para os trabalhadores que ficam”. Butka elencou 5 pontos cruciais para a reprovação da proposta imposta pela empresa (Veja AQUI)

A unidade brasileira da Renault emprega 7300 trabalhadores que produzem os modelos Sandero Stepway, Logan, Kwid, Duster, Oroch, Master e Captour. A fábrica ainda conta com uma unidade de motores e injeção de alumínio.


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